Aviação Civil

GOL tem receita recorde e reduz prejuízo no segundo trimestre

Receita líquida cresce 33,4%, atingindo o recorde trimestral.

A GOL teve prejuízo líquido de R$ 194,6 milhões no segundo trimestre, registrando uma melhora de 89,9% ante prejuízo de R$ 1,9 bilhão um ano antes. A receita líquida no período cresceu 33,4%, para o recorde trimestral de R$ 3,1 bilhões.

A companhia obteve resultado operacional (EBIT) positivo pelo 12º trimestre consecutivo. O lucro operacional no trimestre, foi de R$ 399,4 milhões, 358,6% superior na comparação ao mesmo período de 2018. A margem operacional foi de 12,7%, alta de 9 pontos percentuais em relação ao registrado um ano antes.

Gol 737-700

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) totalizou R$ 814,7 milhões aumento de 110,5% em relação ao mesmo trimestre de 2018, a margem EBITDA foi de 25,9%, alta de 9,5%.

A receita operacional líquida por assento quilômetro ofertado (RASK) foi de R$ 27,63 centavos no segundo trimestre, um aumento de 25,3% em relação ao segundo trimestre de 2018. A receita de passageiro líquida por assento quilômetro ofertado aumentou 29,5% na comparação com o mesmo trimestre um ano antes. A projeção de receita líquida em 2019 é da ordem de R$ 13,5 bilhões.

“A forte demanda dos Clientes, principalmente no mercado corporativo, aliada à nossa disciplina de capacidade, nos permitiu um resultado operacional excepcional no segundo trimestre, tradicional período de baixa temporada em viagens aéreas no Brasil”, comenta Paulo Kakinoff, Diretor Presidente da GOL.

O custo unitário baseado no custo por assento quilômetro ofertado (CASK), excluindo despesas não recorrentes, aumentou em 13,6% para R$ 0,2412 centavos, impactado pela alta de 9,8% no querosene de aviação.  O CASK excluindo combustível e despesas não recorrentes, subiu em 12,4% em razão da depreciação do Real frente ao dólar, reoneração na folha de pagamento, aumento de 10% nas taxas de pouso e navegação e uma provisão de R$ 192 milhões para devolução de aeronaves.

Entre abril e junho, a GOL transportou mais de 8 milhões de passageiros no trimestre, crescimento de 9%, quando comparado com o mesmo período de 2018. A taxa de ocupação consolidada da GOL aumentou 3,9 pontos percentuais para 82% no trimestre, uma vez que o incremento da demanda foi superior ao aumento da capacidade (ASK), impulsionando a subida do yield em 23,4%.

No mercado doméstico a oferta (ASK) aumentou 1,3%, frente a um crescimento na demanda (RPK) de 6,1%, a taxa de ocupação foi de 82,8%, alta de 3,6% comparado ao mesmo trimestre do ano passado.

Já no mercado internacional a capacidade (ASK) cresceu 53,4%, e a demanda (RPK) cresceu 71,1%. A taxa de ocupação internacional da companhia foi de 76,8%, alta de 8 pontos percentuais. A GOL transportou 0,5 milhão de passageiros no mercado internacional, incremento de 53,5% quando comparado ao primeiro trimestre de 2018.

FROTA

A GOL encerrou o primeiro semestre de 2019 com 127 aeronaves da família 737, sendo 120 737 NG e sete 737 MAX. A utilização média de cada 737 foi de 11,7 horas no trimestre.

Segundo a GOL, apesar do groundeamento temporário do Boeing 737 MAX, a malha aérea da companhia apresenta bom desempenho e as perspectivas financeiras para o segundo semestre de 2019 permanecem sólidas.

“Temos flexibilidade em nosso plano de frota, incluindo a possibilidade de arrendar mais aeronaves Boeing 737 NG. Com base na mais recente previsão da Boeing, estimamos a aprovação para o retorno do MAX pelos órgãos reguladores competentes no quarto trimestre de 2019”, diz Paulo Kakinoff.

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