Aviação Civil

Novos jatos da Embraer estarão pela primeira vez na LABACE

No mês em que celebra 50 anos de história, a Embraer apresentará seus novos jatos executivos Praetor 500 e Praetor 600 pela primeira vez na LABACE.

Durante os dias 13 e 15 de agosto, acontecerá em São Paulo a maior feira de aviação executiva da América Latina. Neste ano, a Embraer levará à LABACE cinco modelos de aeronaves que ficarão em exposição, dentre eles, os novos jatos Praetor 500 e Preator 600, Phenom 100EV, Phenom 300E e o pioneiro Embraer 110 Bandeirante, avião turboélice bimotor que levou à criação da empresa no dia 19 de agosto de 1969.

Praetor 500 e Praetor 600

O Praetor 500 é um jato médio com alcance intercontinental de 3.250 milhas náuticas (6.019 km) e capacidade de até nove passageiros, sendo capaz de partir de São Paulo para qualquer cidade na América do Sul ou ir à Europa ou Estados Unidos com uma única parada. Já o Praetor 600 é um jato supermédio, com capacidade de até 12 passageiros, com alcance intercontinental de 4.018 milhas náuticas (7.441 km), o maior entre os seus pares, o que permite realizar voos sem escalas entre São Paulo e Miami (EUA), entre Rio de Janeiro e Fort Lauderdale (EUA), ou entre Madri (Espanha) e Recife.

 

 

Phenom 100EV e Phenom 300E

O Phenom 100EV possui motores Pratt & Whitney Canada PW617F1-E, com 1.730 libras de empuxo, chegando a 405 nós em velocidade de cruzeiro e até 15% mais empuxo em aeroportos elevados e com altas temperaturas, o que equivale a mais alcance e menor tempo de subida. A aeronave tem alcance de 1.178 milhas náuticas (2.182 km) com quatro passageiros. Já o Phenom 300E é um jato da categoria light com velocidade máxima de cruzeiro de 453 nós (839 km/h) e um alcance de 1.971 milhas náuticas (3.650 quilômetros) com seis ocupantes. A aeronave voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros), propulsionada por dois motores Pratt & Whitney Canada PW535E, com 3.360 libras de empuxo cada.

 

 

Bandeirante

O Bandeirante foi o avião que originou a criação da Embraer, em 1969. O bimotor começou a ser desenvolvido em junho de 1965, pela equipe chefiada pelo engenheiro Ozires Silva, em parceria com o CTA (Centro Técnico Aeroespacial). Sua criação permitiu liderar o desenvolvimento da aviação regional global, impulsionando a indústria aeronáutica brasileira ao início de uma história de sucesso que permitiu transformar ciência e tecnologia em engenharia e capacidade industrial.

Para a construção do primeiro protótipo, decorreram três anos e quatro meses, entre os primeiros estudos preliminares e o voo inaugural. Para isso, foram gastos 110 mil horas de projeto, tendo sido executados 12.000 desenhos de fabricação, 22.000 horas de cálculo estrutural e aerodinâmico e 282.000 horas de fabricação do avião e do seu ferramental. Ao longo de mais de duas décadas, a Embraer produziu e entregou 498 aviões Bandeirante em diversas configurações civis e militares.

PT-SHY
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