Aviação Civil

Falência da Thomas Cook e a maior operação de resgate de britânicos desde a segunda guerra mundial

Foram estimadas 45 aeronaves para resgate de turistas afetados pela falência da Thomas Cook.

A falência do grupo britânico de turismo Thomas Cook, gerou impacto direto para os mais de 150 mil turistas britânicos que estavam previstos para embarcarem nos voos da Tomas Cook. A alemã Condor, que o grupo possui pouco menos da metade das ações, e outras filiais estão voando normalmente.

A Operação Matterhorn assim batizada, conta com dezenas de aeronaves de diversos países para o resgate dos turistas britânicos até o início do mês que vem. As maiores aeronaves envolvidas são dois Airbus A380, um da Malaysia Airlines e outro da HiFly, matrículas 9M-MNF e 9H-MIP respectivamente. O Airbus A380 da Malaysia Airlines está efetuando voos de pouco mais de duas horas de duração, entre Palma de Mallorca (PMI) e Manchester (MAN). Já o A380 da HiFly, está encarregado de outras operações com destino à Londres (LGW).

Airbus A380 HiFly

O Airbus A380 da HiFly matrícula 9H-MIP. Foto por Mark Szemberski via Airliners.net.

Outras companhias aéreas, como Virgin Atlantic, British Airways, easyJet, Ryanair e Eastern Airlines estão empenhadas à ajudar o governo britânico no resgate dos turistas. O fundador e CEO da Virgin Group, Richard Branson, foi um dos primeiros a declarar que estaria ajudando em uma operação de resgate. Para Branson, ficou pertubardo pelo fato de centenas de milhares de pessoas afetadas, como funcionários e turistas.

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