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Aéreas brasileiras alteram salários e jornada de trabalho para evitar demissões

As companhias aéreas brasileiras, vem desde os últimos dias, realizando e sugerindo alterações nos salários e jornada de trabalho para evitar possíveis demissões em massa, assim preservando a maior quantidade de funcionários possível durante a crise do novo coronavírus Covid-19.

Veja abaixo como estão as ações das companhias aéreas brasileiras até hoje (19):

A Voepass/MAP está estudando com os sindicatos, uma forma de reduzir a força de trabalho a fim de evitar qualquer processo de demissão de colaboradores.

A Azul anunciou corte no salário dos altos executivos e abertura de licença não remunerada voluntária para seus funcionários. Em entrevista à CNN Brasil, o David Neeleman, declarou que a companhia possui caixa forte para suportar a crise no período esperado.

A GOL, além de oferecer a licença não remunerada, anunciou hoje que estará reduzindo em 40% os salários dos altos executivos, 35% do salário e jornada de trabalho de grande parte dos cargos da companhia, e, redução de salário e horas de voo para os tripulantes gradativamente.

Já a LATAM está com o processo de licença não remunerada aberto, de forma voluntária. A companhia estuda com o sindicato e já informou aos seus colaboradores, sobre a licença não remunerada compulsória, que caracteriza a redução de salários e jornada de trabalho em 50%. Ou seja, os funcionários passam a trabalhar 15 dias tendo outros 15 dias de licença. Essa medida porém, não suspende os benefícios.